Monday, February 12, 2007

Dia -475

A Terra Tremeu...
... e eu acordei, com o estremecimento da cama e pensei
'mas que raio... porque é que estou a tremer?'
Eram 10:38.
Muito cedo, para os meus hábitos.
Deixei-me ficar debaixo do edredon muito sossegada,
um pouco como a nêspera do Mário Henrique Leiria...
a ver o que acontecia...
até que percebi...
... a terra tremeu, em Portugal
(5,8 na escala de Richter)
mas foi de satisfação, claro.
(e acrescento que me levantei passado um bocado e que quando saí para a rua, as coisas todas, as pessoas todas, me pareceram... exactamente assim, mais sacudidas, com menos pó nas entrelinhas...)

6 comments:

BlahBlahBlah said...

Como disse uma amiga minha:

De contentamento,
sacudiu-se esta porra toda! ;)

Olé!

Elisa said...

Essa tua amiga, não desfazendo, parece-me uma tipa esperta. E aposto que hoje também é contente ;-)
Olé!

Anonymous said...

Gostava de saber o que é acordar às 10h38 num dia de semana... maldita rotina...

Elisa said...

Por aqui também há rotina. Os horários é que são diferentes. Enquanto o/a Anónimo/a deixa o seu local de trabalho provavelmente às seis da tarde, eu deixo o meu frequentemente às 22h ou 23h... e depois continuo a trabalhar em casa muitas vezes até às 2 ou 3 ou as que me apetecerem... já vê... a rotina aqui também existe, não tem é os horários convencionais. Por outro lado, trabalho com extrema frequência aos fins de semana. De facto eu trabalho é muito, mas não faz mal, porque gosto muito do meu trabalho.

Anonymous said...

Oh Elisa, a anónima tb trabalha fora de horas e ao fim de semana, mas também tem de cumprir o ponto... a diferença é que não adoro o que faço...mas há de chegar o dia!

Elisa said...

Isso de picar os pontos é chato... enfim, deve haver profissões em que tal se justifica, naturalmente. Não é, porém, o caso da minha, a não ser nas horas das aulas, claro, que cumpro escrupulosamente. Mesmo quando são de manhã :P
Espero que o dia em que adores o teu trabalho chegue depressa. Passamos tanto tempo a trabalhar que é melhor que não consideremos que é trabalho, mas gosto.